sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Aeroporto de Goiânia não é acessível, aponta MPF


Parecer técnico revela as dificuldades dos portadores de necessidades especiais. As pessoas com deficiência visual são as que mais enfrentam barreiras
O Ministério Público Federal em Goiás expediu ofício à Gerência de Operação e Segurança do Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia, cobrando providências em relação às adequações para as condições de acessibilidade às pessoas portadoras de necessidades especiais e com mobilidade reduzida. A avaliação dessas condições, no aeroporto, foi realizada por meio de parecer técnico de acordo com o decreto nº5.296, de 2 de dezembro de 2004.
No mês de abril a Infraero concluiu as obras de adequação do estacionamento e dos banheiros às normas de acessibilidade, mas algumas inadequações ainda permanecem. “O aeroporto ainda dificulta, principalmente, a mobilidade das pessoas com deficiência visual”, esclarece a procuradora da República Mariane Guimarães.
O terminal não possui, nos estacionamentos, sinalização horizontal, vertical e tátil de alerta e possui vaga sem espaço adicional de circulação. A faixa de travessia de pedestres e o rebaixamento de calçadas não possuem sinalização tátil. As rampas e escadas também são inacessíveis, com falta de sinalização nos degraus e algumas não apresentam corrimão.
Os banheiros, embora adaptados, não possuem todas as adequações necessárias como ausência de maçaneta do tipo alavanca, portas com puxador horizontal e espelho com altura incorreta. O MPF pede que essas adaptações sejam realizadas o mais rápido possível, pois ainda restam algumas barreiras arquitetônicas de fácil remoção.

Ministério Público Federal em Goiás
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